Trabalho por conta própria — todos os países

Trabalho por conta própria — Ilhas do Canal

Trabalho por conta própria nas Ilhas do Canal em 2025 — 8,6%. Posição 167 no mundo, de um total de 182. Desde 1991, o indicador caiu 1,5 p.p..

2025 8,6% −0 p.p. vs 2024
Posição no mundo 167de 182
Máximo do período 10,1%1991
Mínimo do período 8,5%2008

Evolução ao longo do tempo

1991–2025 · % do emprego

Trabalho por conta própria — Ilhas do Canal, 1991–202588,599,51010,519911995199920032007201120152019202320251991: 10,1%1992: 10%1993: 10%1994: 9,9%1995: 9,7%1996: 9,6%1997: 9,4%1998: 9,3%1999: 9,1%2000: 9%2001: 8,9%2002: 8,8%2003: 8,8%2004: 8,7%2005: 8,6%2006: 8,6%2007: 8,5%2008: 8,5%2009: 8,5%2010: 8,6%2011: 8,7%2012: 8,8%2013: 8,9%2014: 8,9%2015: 9%2016: 9%2017: 9%2018: 9%2019: 8,9%2020: 9,1%2021: 8,9%2022: 8,8%2023: 8,7%2024: 8,6%2025: 8,6%
Variação no período: −1,5 p.p. Média anual: -0,05 p.p.

Comparação, 2025

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Ilhas do Canal

Ilhas do Canal 8,6%
Mundo 46,4%
Europa do Norte calculado 12%
Países de renda alta calculado 11%
Trabalho por conta própria — Ilhas do Canal, por ano Ilhas do Canal Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2025 8,6 −0 p.p.
2024 8,6 −0,1 p.p.
2023 8,7 −0,1 p.p.
2022 8,8 −0,1 p.p.
2021 8,9 −0,2 p.p.
2020 9,1 +0,2 p.p.
2019 8,9 −0 p.p.
2018 9 −0 p.p.
2017 9 −0 p.p.
2016 9 +0 p.p.
2015 9 +0 p.p.
2014 8,9 +0 p.p.
2013 8,9 +0,1 p.p.
2012 8,8 +0,1 p.p.
2011 8,7 +0,1 p.p.
2010 8,6 +0,1 p.p.
2009 8,5 +0 p.p.
2008 8,5 −0 p.p.
2007 8,5 −0,1 p.p.
2006 8,6 −0,1 p.p.
2005 8,6 −0,1 p.p.
2004 8,7 −0,1 p.p.
2003 8,8 −0,1 p.p.
2002 8,8 −0,1 p.p.
2001 8,9 −0,1 p.p.
2000 9 −0,1 p.p.
1999 9,1 −0,2 p.p.
1998 9,3 −0,2 p.p.
1997 9,4 −0,2 p.p.
1996 9,6 −0,1 p.p.
1995 9,7 −0,1 p.p.
1994 9,9 −0,1 p.p.
1993 10 −0,1 p.p.
1992 10 −0,1 p.p.
1991 10,1

Sobre o indicador

Parcela do trabalho por conta própria no emprego total: empregadores, quem trabalha por conta própria, membros de cooperativas de produção e trabalhadores familiares auxiliares. Valores altos nos países de renda baixa não refletem um empreendedorismo desenvolvido, mas a falta de postos de trabalho assalariado e o emprego informal na agricultura e no pequeno comércio.

Fonte: ILOSTAT (OIT), licença CC BY 4.0.