Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Malásia

Renda dos 20% mais ricos na Malásia em 2021 — 46,9%. Posição 69 no mundo, de um total de 81. Desde 1984, o indicador caiu 6,9 p.p..

2021 46,9% −0,4 p.p. vs 2018
Posição no mundo 69de 81
Máximo do período 54,3%1997
Mínimo do período 46,9%2021

Evolução ao longo do tempo

1984–2021 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Malásia, 1984–202146485052545619841988199219962000200420082012201620201984: 53,8%1987: 52,7%1989: 52%1992: 53,1%1995: 53,8%1997: 54,3%2003: 51,7%2006: 50,3%2008: 50,8%2011: 49,2%2013: 47,7%2015: 47,3%2018: 47,3%2021: 46,9%
Variação no período: −6,9 p.p. Média anual: -0,19 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Malásia, por ano Malásia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2021 46,9 —
2018 47,3 —
2015 47,3 —
2013 47,7 —
2011 49,2 —
2008 50,8 —
2006 50,3 —
2003 51,7 —
1997 54,3 —
1995 53,8 —
1992 53,1 —
1989 52 —
1987 52,7 —
1984 53,8 —

Sudeste Asiático, 2021

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.