Renda dos 20% mais ricos — todos os países

Renda dos 20% mais ricos — Chile

Renda dos 20% mais ricos no Chile em 2024 — 49,9%. Posição 18 no mundo, de um total de 25. Desde 1987, o indicador caiu 11,5 p.p..

2024 49,9% −0,1 p.p. vs 2022
Posição no mundo 18de 25
Máximo do período 62,5%1990
Mínimo do período 49,9%2024

Evolução ao longo do tempo

1987–2024 · % da renda

Renda dos 20% mais ricos — Chile, 1987–2024455055606519871991199519992003200720112015201920231987: 61,4%1990: 62,5%1992: 60,1%1994: 61,5%1996: 60,1%1998: 60,7%2000: 58%2003: 56,8%2006: 53,8%2009: 53,8%2011: 53,4%2013: 53,6%2015: 52,1%2017: 52%2020: 53,3%2022: 50%2024: 49,9%
Variação no período: −11,5 p.p. Média anual: -0,31 p.p.
Renda dos 20% mais ricos — Chile, por ano Chile Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2024 49,9 —
2022 50 —
2020 53,3 —
2017 52 —
2015 52,1 —
2013 53,6 —
2011 53,4 —
2009 53,8 —
2006 53,8 —
2003 56,8 —
2000 58 —
1998 60,7 —
1996 60,1 —
1994 61,5 —
1992 60,1 —
1990 62,5 —
1987 61,4 —

América do Sul, 2024

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Parcela da renda ou do consumo total que fica com os vinte por cento mais ricos da população. Em igualdade plena seriam vinte por cento; nos países mais desiguais da América Latina e do sul da África passa de sessenta. A razão entre essa parcela e a do quintil mais pobre — a chamada razão entre quintis extremos, S80/S20 — foi historicamente a primeira medida de desigualdade, e é mais clara que o Gini para falar da distância entre os polos.

Importante: Não há agregados por grupos de países pela mesma razão do índice de Gini: o quintil de um grupo não é a união dos quintis nacionais. As pesquisas domiciliares subestimam sistematicamente a renda dos mais ricos, por isso a desigualdade real é maior que a medida.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.