Perdas nas redes elétricas — todos os países

Perdas nas redes elétricas — Tunísia

Perdas nas redes elétricas na Tunísia em 2023 — 18,34%. Posição 121 no mundo, de um total de 148. Desde 1990, o indicador aumentou 8 p.p..

2023 18,34% −3,4 p.p. vs 2022
Posição no mundo 121de 148
Máximo do período 21,74%2022
Mínimo do período 9,9%1995

Evolução ao longo do tempo

1990–2023 · % da geração

Perdas nas redes elétricas — Tunísia, 1990–20235101520251990199419982002200620102014201820221990: 10,34%1991: 10,36%1992: 10%1993: 10,43%1994: 10,13%1995: 9,9%1996: 10,07%1997: 10,34%1998: 10,6%1999: 10,4%2000: 10,54%2001: 11,08%2002: 10,62%2003: 12,3%2004: 12,92%2005: 13,48%2006: 13,54%2007: 13,61%2008: 13,74%2009: 12,34%2010: 11,45%2011: 13,67%2012: 15,16%2013: 14,73%2014: 14,8%2015: 16,1%2016: 15,42%2017: 17,09%2018: 17,13%2019: 16,54%2020: 17,43%2021: 21,06%2022: 21,74%2023: 18,34%
Variação no período: +8 p.p. Média anual: 0,24 p.p.

Comparação, 2023

Como o valor se compara com o mundo e os grupos aos quais este território pertence: Tunísia

Tunísia 18,34%
Mundo 6,95%
África do Norte calculado 17,52%
Perdas nas redes elétricas — Tunísia, por ano Tunísia Todos os países CSV XLSX
Ano % Variação, p.p.
2023 18,34 −3,4 p.p.
2022 21,74 +0,68 p.p.
2021 21,06 +3,63 p.p.
2020 17,43 +0,89 p.p.
2019 16,54 −0,59 p.p.
2018 17,13 +0,04 p.p.
2017 17,09 +1,67 p.p.
2016 15,42 −0,68 p.p.
2015 16,1 +1,29 p.p.
2014 14,8 +0,07 p.p.
2013 14,73 −0,43 p.p.
2012 15,16 +1,49 p.p.
2011 13,67 +2,22 p.p.
2010 11,45 −0,89 p.p.
2009 12,34 −1,4 p.p.
2008 13,74 +0,13 p.p.
2007 13,61 +0,07 p.p.
2006 13,54 +0,06 p.p.
2005 13,48 +0,56 p.p.
2004 12,92 +0,62 p.p.
2003 12,3 +1,68 p.p.
2002 10,62 −0,45 p.p.
2001 11,08 +0,54 p.p.
2000 10,54 +0,14 p.p.
1999 10,4 −0,2 p.p.
1998 10,6 +0,26 p.p.
1997 10,34 +0,27 p.p.
1996 10,07 +0,17 p.p.
1995 9,9 −0,23 p.p.
1994 10,13 −0,3 p.p.
1993 10,43 +0,43 p.p.
1992 10 −0,36 p.p.
1991 10,36 +0,02 p.p.
1990 10,34

África do Norte, 2023

O mesmo indicador nos países vizinhos — com link para as páginas deles

Sobre o indicador

Perdas de eletricidade na transmissão e na distribuição, em porcentagem da geração. Entram na grandeza tanto as perdas físicas em cabos e transformadores quanto as chamadas perdas comerciais — consumo não medido, ligações clandestinas, contas não pagas. A estatística não permite separá-las, e é justamente por isso que o indicador serve de medida indireta do estado do sistema de redes: as perdas físicas em uma rede em bom estado raramente passam de oito por cento, e valores acima de vinte quase sempre significam problemas de medição e de cobrança.

Importante: Perdas técnicas e comerciais juntas; a fonte não permite separá-las. Os agregados são ponderados pela geração em terawatts-hora e calculados desde 2000.

Fonte: World Development Indicators (Banco Mundial), licença CC BY 4.0.